Edital nº 001/2026 – SECAD/SES/TO · Prova em 1º/11/2026 · Banca FGV. Cada questão certa rende XP e mantém seu streak — mas o que vale é o prontuário de aprovação se completando.
| Matéria | Q | Pts | |
|---|---|---|---|
| Língua Portuguesa | 10 | 10 | |
| Matemática / RL | 7 | 7 | |
| Informática | 7 | 7 | |
| Hist./Geo. TO | 6 | 6 | |
| Legislação SUS | 5 | 10 | |
| Enfermagem | 25 | 50 |
Como funciona a prova e a jornada
Português · Matemática/RL · Informática · Hist./Geo. TO
Legislação SUS + 15 sub-trilhas de Enfermagem
Simulados por matéria + simulado geral cronometrado
30 questões · 30 pontos · Módulos livres — escolha por onde começar.
30 questões · 60 pontos (vale dobro!) · Módulos livres — escolha por onde começar.
⚠ Lembre-se: você precisa de no mínimo 30 pontos neste módulo para ser aprovado.
Hora de testar tudo junto. Simulados com timer, revisão relâmpago para a reta final e diagnóstico dos seus pontos fracos.
10 questões garantidas, 10 pontos. É a matéria com mais questões do Módulo I — errar aqui custa caro.
A FGV raramente pergunta "qual o tema do texto". O padrão é dar um trecho e pedir a inferência (o que o texto sugere, mas não diz literalmente) ou a relação entre ideias (causa-consequência, oposição, exemplificação). A dica prática: antes de ler as alternativas, formule mentalmente o que o trecho quis dizer — isso evita cair na armadilha da alternativa "quase certa".
1. Sujeito posposto ao verbo: o verbo concorda com o sujeito, mesmo quando ele vem depois. "Chegaram os documentos" (não "chegou os documentos"). A FGV adora inverter a ordem para testar se você identifica o sujeito real.
2. Expressões partitivas + adjunto: "A maioria dos pacientes apresentou melhora" ou "A maioria dos pacientes apresentaram melhora" — ambas são aceitas pela norma culta (concordância com o núcleo "maioria" ou com o adjunto "pacientes"). Na FGV, se a questão pede a forma preferencial, vá com o singular (concordância com o núcleo).
Assistir = no sentido de "ver" → transitivo indireto (assistir ao jogo). No sentido de "dar assistência" → transitivo direto (assistir o paciente). Essa diferença cai direto em provas de saúde.
Obedecer / desobedecer → sempre transitivos indiretos: obedecer ao protocolo, desobedecer às normas.
Preferir → exige "a", nunca "do que": prefere café a chá (não "prefere café do que chá").
Usa crase quando: há fusão de preposição "a" + artigo "a". O macete de prova: substitua a palavra feminina por uma masculina. Se ficar "ao", tem crase. Ex: "Ir à farmácia" → "Ir ao hospital" (encaixou "ao" → tem crase). Se ficar "a" sozinho, sem crase. Ex: "Refere-se a esta paciente" → "Refere-se a este paciente" (não ficou "ao" → sem crase).
A FGV explora bastante o uso da vírgula antes de "e". Regra: usa-se vírgula antes de "e" quando os sujeitos são diferentes: "O médico prescreveu o remédio, e a enfermeira administrou a dose." Se o sujeito for o mesmo, sem vírgula: "O paciente tomou o remédio e melhorou."
1. Na frase "Assistir o paciente é dever do técnico", o verbo assistir está empregado como:
2. "A maioria dos enfermeiros concordaram com a mudança." Essa concordância está:
Vale dobro: cada uma das 5 questões pontua 2, não 1. Maior retorno por hora estudada de todo o Módulo II.
O Sistema Único de Saúde é a política pública que garante acesso universal e gratuito a ações e serviços de saúde, criado pela CF/88 e regulamentado pela Lei 8.080/90 e pela Lei 8.142/90.
Regionalização e hierarquização (rede por níveis de complexidade), descentralização (comando único em cada esfera) e participação social (Conselhos e Conferências de Saúde).
Regulamenta a Lei 8.080/90. Traz conceitos como Região de Saúde, RENASES (Relação Nacional de Ações e Serviços de Saúde), RENAME (Relação Nacional de Medicamentos Essenciais) e Contrato Organizativo da Ação Pública (COAP). A FGV gosta de cobrar a diferença entre RENASES e RENAME.
Transversal a todas as políticas do SUS. Princípios: acolhimento, clínica ampliada, cogestão, valorização do trabalhador. O ponto mais cobrado: acolhimento não é triagem — é escuta qualificada com classificação de risco.
1. Qual lei trata da participação social e transferências financeiras no SUS?
2. O Decreto 7.508/2011 instituiu a relação de medicamentos essenciais do SUS. Qual é o nome dessa relação?
3. Na Política Nacional de Humanização, acolhimento é sinônimo de triagem?
7 questões garantidas. A FGV mistura cálculo puro com lógica proposicional — não basta saber fórmulas, tem que saber interpretar enunciados.
Cai em quase toda prova FGV de nível médio. Macete direto: porcentagem é fração de 100. 25% de 200 = (25/100) × 200 = 50. Para aumentos e descontos sucessivos, nunca some as porcentagens — multiplique os fatores.
Exemplo clássico: um produto teve aumento de 20% e depois desconto de 20%. Voltou ao preço original? Não. Fator: 1,20 × 0,80 = 0,96 → ficou 4% mais barato que o original. Essa pegadinha aparece em praticamente toda prova.
Regra de três simples: se as grandezas são diretamente proporcionais (uma sobe, a outra sobe junto), multiplique em cruz. Se são inversamente proporcionais (uma sobe, a outra desce), multiplique em linha.
Contexto de saúde: diluição de medicamentos, gotejamento de soro, dosagem por peso — tudo cai como regra de três na prova de nível médio. Ex: "Se 500ml de soro devem correr em 6 horas, quantas gotas por minuto?" (1ml = 20 gotas → 500×20 = 10.000 gotas ÷ 360 min ≈ 28 gts/min).
MMC (Mínimo Múltiplo Comum): usado em problemas de sincronização — "a cada quantos dias dois eventos coincidem?". MDC (Máximo Divisor Comum): usado em problemas de divisão igualitária — "qual o maior número de grupos iguais possíveis?".
A FGV cobra a negação de proposições compostas. Duas regras resolvem quase tudo:
Isso se chama Lei de De Morgan — decore esse nome, aparece no enunciado.
Procure o padrão de variação, não o padrão dos números em si. Ex: 2, 5, 11, 23, ? — a diferença entre eles dobra a cada passo (3, 6, 12, 24). Resposta: 23 + 24 = 47. Sempre calcule as diferenças entre termos consecutivos antes de tentar outra coisa.
1. Um produto sofreu aumento de 50% e depois desconto de 50%. O preço final comparado ao original:
2. A negação de "O paciente está internado E tomou a medicação" é:
7 questões · 7 pontos. Inclui um item novo no edital: IA generativa e uso responsável — atenção redobrada.
Hardware: tudo que é físico (monitor, teclado, CPU, memória RAM, HD/SSD). Software: tudo que é lógico (sistema operacional, aplicativos, drivers). A FGV gosta de perguntar o que é periférico de entrada (teclado, mouse, scanner), saída (monitor, impressora) ou entrada/saída (pen drive, monitor touchscreen).
A FGV costuma dar um atalho de teclado e perguntar em qual programa ele funciona. Ex: Ctrl+D no Word abre formatação de fonte; no Excel, copia a célula de cima. Mesmo atalho, funções diferentes — pegadinha frequente.
Juntas formam a sigla CIDA (alguns autores usam CID). Phishing é o golpe que mais cai: e-mail falso que imita uma instituição para roubar dados. Ransomware sequestra dados e pede resgate.
Este é um tema inédito neste edital. O essencial: IA generativa cria conteúdo (texto, imagem, código) a partir de prompts. Uso responsável inclui: não confiar cegamente nas respostas (podem conter "alucinações"), não inserir dados sensíveis de pacientes em ferramentas de IA pública, e sempre validar informações geradas por IA com fontes confiáveis.
Principais sistemas: e-SUS APS (Atenção Primária), SINAN (notificação de agravos), SIM (mortalidade), SINASC (nascidos vivos). O Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP) deve respeitar sigilo, ter backup, controle de acesso por login e senha, e registro de quem acessou/alterou (rastreabilidade).
1. O atalho Ctrl + Shift + Esc no Windows abre:
2. Phishing é um tipo de ataque que funciona por meio de:
6 questões · 6 pontos. Matéria específica do estado — concorrentes de fora costumam negligenciar e perder pontos fáceis aqui.
O Tocantins foi criado pelo Artigo 13 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT) da Constituição Federal de 1988, desmembrando-se do norte de Goiás. Foi instalado em 1º de janeiro de 1989, sendo o estado mais jovem do Brasil. A luta pela separação remonta ao século XIX, com movimentos como a Comarca do Norte e figuras como Siqueira Campos, considerado o líder da criação do estado.
Capital: Palmas (a última capital planejada do Brasil, inaugurada em 20 de maio de 1989). O estado tem 139 municípios, divididos em 8 regiões administrativas. Faz parte da Região Norte do Brasil e da Amazônia Legal.
Bandeira: retângulo com faixa diagonal em azul e sol dourado. Hino: "Tocantins, Tocantins" (letra de Liberato Póvoa). Brasão: sol nascente e mapa do estado. Esses detalhes já caíram em prova — não ignore.
O Tocantins abriga diversas etnias indígenas, com destaque para os Xerente, Krahô, Apinajé e Javaé. As comunidades quilombolas mais conhecidas incluem a Comunidade Malhadinha e a Comunidade Remanescente de Barra da Aroeira. A Ilha do Bananal, maior ilha fluvial do mundo, é território do povo Karajá.
Vegetação: predomina o Cerrado, com áreas de transição para Amazônia no extremo norte. Clima: tropical com duas estações bem definidas — seca (maio–setembro) e chuvosa (outubro–abril). Hidrografia: os dois principais rios são o Tocantins e o Araguaia, que formam a bacia Tocantins-Araguaia. O rio Araguaia forma a Ilha do Bananal.
Economia baseada em agropecuária (soja, pecuária bovina, milho), serviços públicos e energia hidrelétrica. Principal usina: UHE Lajeado (Luís Eduardo Magalhães), no rio Tocantins. O estado também integra o MATOPIBA (fronteira agrícola Maranhão-Tocantins-Piauí-Bahia).
Destaque para o Parque Estadual do Jalapão (dunas, fervedouros, capim dourado) e o Parque Nacional do Araguaia (Ilha do Bananal). O Jalapão é o cartão-postal turístico do estado e aparece com frequência em questões.
1. O Tocantins foi criado em qual ano e por qual dispositivo legal?
2. A maior ilha fluvial do mundo, localizada no Tocantins, é formada pelo rio:
Base de tudo: sinais vitais, semiologia, anatomia aplicada e técnicas fundamentais. É o módulo mais transversal — aparece em quase todas as questões de caso clínico.
Os cinco sinais vitais que o técnico precisa dominar:
Fowler: cabeceira elevada 45–90° (dispneia, alimentação). Semi-Fowler: 30–45° (pós-operatório). Trendelenburg: pés mais altos que a cabeça (choque hipovolêmico). Sims: lateral esquerdo com perna fletida (enemas, exame retal). Litotomia: posição ginecológica (exame pélvico, parto).
Via oral (VO): mais comum, mais lenta. Via sublingual (SL): absorção rápida (ex: nitrato para dor torácica). Via intramuscular (IM): ângulo de 90°, aspirar antes de injetar. Via subcutânea (SC): ângulo 45–90°, não aspirar (insulina, heparina). Via intravenosa (IV): efeito imediato, risco de flebite.
Pegadinha FGV: insulina e heparina são via SC, não IM. E na SC não se aspira antes de injetar — muita questão erra quem não sabe essa exceção.
A higienização das mãos é considerada a medida mais importante para prevenção de infecções. Duração mínima: 40–60 segundos com água e sabão. Álcool gel 70%: 20–30 segundos (quando as mãos não estão visivelmente sujas). Os 5 momentos da OMS: antes de tocar o paciente, antes de procedimento asséptico, após risco de exposição a fluidos, após tocar o paciente, após tocar superfícies próximas ao paciente.
1. Paciente com FR de 8 irpm apresenta:
2. Na administração de insulina via subcutânea, deve-se aspirar antes de injetar?
Paramentação, esterilização, técnica asséptica — o bloco que testa sua disciplina de procedimento.
Críticos: penetram tecidos estéreis ou sistema vascular (instrumentos cirúrgicos, cateteres intravasculares) → exigem esterilização. Semicríticos: contactam mucosas íntegras ou pele não íntegra (endoscópios, lâminas de laringoscópio) → exigem desinfecção de alto nível. Não críticos: contactam pele íntegra (estetoscópio, esfigmomanômetro) → limpeza ou desinfecção de baixo nível.
Autoclave (vapor saturado sob pressão): método mais usado e seguro. Temperatura de 121°C por 15–30 min ou 134°C por 3–4 min. Óxido de etileno (ETO): para materiais termossensíveis (plásticos, borrachas). Plasma de peróxido de hidrogênio: alternativa ao ETO, sem resíduos tóxicos.
A sequência de paramentação que a FGV cobra: 1) lavagem cirúrgica das mãos (escovação), 2) secagem com compressa estéril, 3) vestir o avental/capote estéril, 4) calçar luvas estéreis (técnica fechada). A degermação das mãos dura 3–5 minutos na primeira cirurgia do dia e 2–3 minutos nas subsequentes.
Fluxo unidirecional: área suja → área limpa → área estéril. Nunca o material retorna no sentido contrário. O monitoramento da esterilização usa três tipos de indicadores: físico (manômetro, termômetro da autoclave), químico (fita indicadora que muda de cor) e biológico (teste com Bacillus — o mais seguro, confirma morte microbiana real).
1. Um cateter intravascular é classificado como artigo:
2. O indicador que confirma com maior segurança a eficácia da esterilização é o:
Cuidados pré, intra e pós-operatórios, drenos, curativos, oxigenoterapia e monitorização.
Jejum: mínimo 8 horas para sólidos (pode variar conforme protocolo). Tricotomia: realizada o mais próximo possível da cirurgia, com tricotomizador (evitar lâmina — risco de microlesões). Preparo psicológico: orientar o paciente sobre o procedimento, esclarecer dúvidas, reduzir ansiedade. Checklist de segurança cirúrgica (OMS): 3 momentos — antes da indução, antes da incisão, antes do paciente sair da sala.
Dreno de Penrose: sistema aberto, drena por gravidade, saída em bolsa coletora ou gaze. Dreno de tórax (selo d'água): sistema fechado, o frasco deve ficar abaixo do nível do tórax e nunca ser clampeado por tempo prolongado. Dreno de Jackson-Pratt (JP): sistema fechado com vácuo, aspira secreção.
Ferida limpa: limpeza do centro para a periferia. Ferida contaminada: limpeza da periferia para o centro. Troca de curativo: técnica asséptica, luvas de procedimento para remover e luvas estéreis para aplicar o novo. Tipos: seco (gaze estéril), úmido (SF 0,9%), oclusivo (fecha totalmente), compressivo (aplica pressão).
Cateter nasal tipo óculos: 1–6 L/min, confortável, baixo fluxo. Máscara simples: 5–10 L/min, fluxo moderado. Máscara com reservatório: 10–15 L/min, alto fluxo, para hipoxemia grave. Cuidado: O₂ é comburente — nunca usar próximo a chamas ou gorduras.
1. O frasco do dreno de tórax em selo d'água deve ficar:
2. Na limpeza de uma ferida contaminada/infectada, a direção correta é:
PCR, engasgo, queimaduras, classificação de risco — o módulo que salva vidas (e salva pontos na prova).
Sequência C-A-B (AHA): C = Compressões torácicas, A = Abertura de via aérea, B = Boa ventilação (respiração). Dados-chave para a prova:
Sistema de triagem com 5 cores/prioridades:
Usada para calcular a superfície corporal queimada (SCQ) no adulto: cabeça = 9%, cada membro superior = 9%, cada membro inferior = 18%, tronco anterior = 18%, tronco posterior = 18%, períneo = 1%. Grande queimado: SCQ >20% em adultos ou queimaduras de vias aéreas.
Obstrução parcial (paciente tosse): estimular a tosse, não interferir. Obstrução total (não tosse, não fala, não respira): Heimlich — posicionar atrás do paciente, punho fechado entre umbigo e apêndice xifoide, compressões abdominais para cima e para trás. Em gestantes/obesos: compressões torácicas (não abdominais).
1. No SBV adulto, a frequência correta de compressões torácicas é:
2. No Protocolo de Manchester, a cor que indica atendimento em até 10 minutos é:
Reforma psiquiátrica, CAPS, cuidados em crise e o papel do técnico na rede de atenção psicossocial.
A Lei 10.216/2001 (Lei da Reforma Psiquiátrica / Lei Paulo Delgado) redirecionou o modelo assistencial em saúde mental: do modelo manicomial (internação como tratamento principal) para o modelo de atenção comunitária (tratamento em liberdade, com reinserção social). Princípio central: a internação só deve ocorrer quando todos os recursos extra-hospitalares se mostrarem insuficientes.
Voluntária: com consentimento do paciente. Involuntária: sem consentimento, a pedido de terceiro — deve ser comunicada ao Ministério Público em 72 horas. Compulsória: determinada pela Justiça. A FGV frequentemente cobra o prazo de comunicação da involuntária (72h).
CAPS I: municípios >15 mil hab., funciona 5 dias/semana. CAPS II: municípios >70 mil hab. CAPS III: municípios >150 mil hab., funciona 24h, inclusive feriados, com acolhimento noturno. CAPSi: crianças e adolescentes. CAPSad: álcool e drogas.
O técnico participa do acolhimento, administra medicação conforme prescrição, auxilia em oficinas terapêuticas, monitora sinais de crise e comunica à equipe. A contenção mecânica (última opção) só deve ser aplicada com prescrição médica, pelo menor tempo possível, com monitoramento contínuo dos sinais vitais e da circulação.
1. Na internação psiquiátrica involuntária, o Ministério Público deve ser comunicado em até:
2. O CAPS que funciona 24 horas, inclusive feriados, é o:
Pré-natal, parto, puerpério, aleitamento materno e Programa Nacional de Imunização (PNI).
Mínimo de 6 consultas (recomendação do MS): 1 no 1º trimestre, 2 no 2º, 3 no 3º. Exames essenciais: hemograma, glicemia, tipagem sanguínea (ABO/Rh), sorologia (HIV, sífilis, hepatite B, toxoplasmose), urina tipo I, ultrassom obstétrico. Cartão da gestante: documento obrigatório, levado a todas as consultas.
Exclusivo: só leite materno, sem água ou chá, até os 6 meses. Predominante: leite materno + água/chá/sucos. Complementado: leite materno + alimentos sólidos (após 6 meses). Misto: leite materno + outro leite. O MS recomenda aleitamento materno complementado até 2 anos ou mais.
Puerpério imediato: 1º–10º dia. Verificar involução uterina (fundo uterino abaixo da cicatriz umbilical), loquiação (vermelha → serosa → branca), sinais de hemorragia, amamentação precoce. Consulta puerperal: até 42 dias pós-parto.
1. O aleitamento materno exclusivo é recomendado até:
Saúde da criança, adolescente, mulher, adulto e idoso — as políticas que a FGV cobra como cenários clínicos.
Caderneta da criança: acompanha crescimento (peso/altura), desenvolvimento (marcos), vacinação. Teste do pezinho: entre 3º e 5º dia de vida (idealmente). AIDPI (Atenção Integrada às Doenças Prevalentes na Infância): estratégia que classifica a criança por sinais de perigo.
Estatuto do Idoso: pessoa com 60 anos ou mais. Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa: foco na capacidade funcional, prevenção de quedas, polifarmácia. Escala de Katz: avalia independência em atividades básicas de vida diária (banho, vestir, alimentar, transferência, continência, higiene).
Papanicolau: rastreamento do câncer de colo de útero, início aos 25 anos (mulheres sexualmente ativas). Após dois exames anuais negativos, passa a ser trienal. Mamografia: rastreamento do câncer de mama, a partir dos 50 anos (bienal, conforme MS — a FGV pode usar essa faixa ou a antiga de 40 anos, atenção ao enunciado).
1. O teste do pezinho deve ser realizado preferencialmente entre o:
SAE, as 5 etapas e o papel do técnico como executor do plano de cuidados.
Conforme a Resolução COFEN 358/2009: 1) Coleta de dados/Histórico, 2) Diagnóstico de Enfermagem, 3) Planejamento, 4) Implementação, 5) Avaliação. O técnico em enfermagem participa da execução (implementação) das ações prescritas pelo enfermeiro e do registro em prontuário.
Pode: executar prescrições de enfermagem, registrar procedimentos, aferir sinais vitais, administrar medicamentos conforme prescrição, realizar curativos simples. Não pode: elaborar diagnóstico de enfermagem, prescrever cuidados, realizar consulta de enfermagem — essas são atividades privativas do enfermeiro.
1. O diagnóstico de enfermagem é atividade privativa do:
HAS, diabetes, tuberculose, hanseníase, dengue, IST — os agravos que mais caem em provas de saúde pública.
Diagnóstico: PA ≥ 140/90 mmHg em pelo menos duas aferições em dias diferentes. Fatores de risco: obesidade, sedentarismo, tabagismo, consumo excessivo de sódio. Tratamento não farmacológico: mudança de hábitos (dieta DASH, exercício, redução do sal). Cuidado de enfermagem: orientar sobre uso contínuo da medicação (não suspender por conta própria).
Tipo 1: deficiência absoluta de insulina (autoimune), mais comum em jovens. Tipo 2: resistência à insulina, mais comum em adultos, associada a obesidade. Glicemia de jejum ≥ 126 mg/dL = diabetes. Hemoglobina glicada (HbA1c) ≥ 6,5% = diabetes. Sinais clássicos: poliúria, polidipsia, polifagia, perda de peso.
Agente: Mycobacterium tuberculosis (bacilo de Koch). Transmissão: via aérea (gotículas). Diagnóstico: baciloscopia de escarro (BAAR), teste rápido molecular (TRM-TB). Tratamento: esquema básico RHZE por 6 meses (2 meses RHZE + 4 meses RH). Notificação compulsória.
Agente: Mycobacterium leprae. Transmissão: vias aéreas superiores. Classificação operacional: Paucibacilar (PB): até 5 lesões → tratamento 6 meses. Multibacilar (MB): mais de 5 lesões → tratamento 12 meses. Notificação compulsória.
Vetor: Aedes aegypti. Sinais de alarme: dor abdominal intensa, vômitos persistentes, sangramento de mucosas, letargia. Sinal mais grave: choque (dengue grave). Hidratação é o pilar do tratamento. Não usar AAS nem anti-inflamatórios (risco de hemorragia).
1. O tratamento da tuberculose com esquema básico dura:
2. Na dengue, qual medicamento é CONTRAINDICADO?
Vigilância epidemiológica, doenças de notificação compulsória, doenças imunopreveníveis e IRAS.
Definição: conjunto de ações que visa conhecer, detectar e prevenir mudanças nos fatores determinantes da saúde. Atividades: coleta e análise de dados, investigação de casos, medidas de controle. A notificação compulsória é o principal instrumento — feita por qualquer profissional de saúde que identificar o caso.
Exemplos mais cobrados: tuberculose, hanseníase, dengue, sífilis, HIV/AIDS, meningite, sarampo, coqueluche, tétano, hepatites virais, violência (doméstica, sexual). Notificação imediata (até 24h): sarampo, poliomielite, raiva humana, febre amarela, cólera.
Antes chamadas "infecções hospitalares". Definição: infecção adquirida após a admissão, manifestada durante a internação ou após a alta, desde que relacionada à assistência. Principais medidas de prevenção: higienização das mãos (a mais importante), precauções padrão, precauções de contato/gotículas/aerossóis, bundles de cateter central, ventilação mecânica e cateter urinário.
1. A medida mais importante para prevenção de IRAS é:
Precauções padrão, EPI, resíduos de serviços de saúde — as regras que protegem o profissional e o paciente.
Aplicadas a todos os pacientes, independentemente do diagnóstico: higiene das mãos, luvas para contato com sangue/fluidos, avental para risco de respingos, máscara e óculos para procedimentos com risco de aerossol, descarte seguro de perfurocortantes.
Contato: avental + luvas (ex: MRSA, C. difficile). Gotículas: máscara cirúrgica a menos de 1 metro (ex: meningite meningocócica, coqueluche). Aerossóis: máscara N95/PFF2 + quarto com pressão negativa (ex: tuberculose, sarampo, varicela).
1) Lavar imediatamente com água e sabão (mucosa: SF 0,9%). 2) Não espremer o local. 3) Comunicar a chefia e registrar o acidente. 4) Emitir CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho). 5) Encaminhar para avaliação médica (profilaxia HIV, hepatite B).
Grupo A (biológico): infectante — saco branco leitoso. Grupo B (químico): medicamentos, quimioterápicos. Grupo C (radioativo). Grupo D (comum/reciclável): equiparado a domiciliar. Grupo E (perfurocortante): caixa amarela rígida (Descartex). Pegadinha: a caixa de perfurocortante deve ser preenchida até no máximo 2/3 da capacidade.
1. Tuberculose pulmonar exige qual tipo de precaução?
2. A caixa de perfurocortante deve ser preenchida até:
Cálculo de medicação, diluição, gotejamento, interações — a matemática que o técnico usa todo dia.
Fórmula padrão: gotas/min = Volume (ml) ÷ (Tempo em horas × 3). Para microgotas: microgotas/min = Volume (ml) ÷ Tempo em horas. Relação: 1 ml = 20 gotas = 60 microgotas. Portanto: 1 gota = 3 microgotas.
Regra de três simples. Ex: prescrição de 500 mg de Dipirona. Ampola disponível: 1g/2ml. Quanto administrar? 1000 mg — 2 ml / 500 mg — X → X = 1 ml. Sempre conferir: concentração da ampola, dose prescrita, via de administração, validade.
1) Paciente certo, 2) Medicamento certo, 3) Dose certa, 4) Via certa, 5) Hora certa. Versões ampliadas incluem: registro certo, orientação certa, forma certa, resposta certa. A FGV costuma cobrar os 5 básicos.
Warfarina + AAS: risco de hemorragia (ambos anticoagulantes/antiplaquetários). Insulina + betabloqueador: mascara sinais de hipoglicemia. Anti-hipertensivos + AINE: reduz efeito anti-hipertensivo. O técnico deve atentar e comunicar ao enfermeiro/médico.
1. SF 0,9% 500ml para correr em 6 horas. Gotas/min?
Conservação de vacinas, coleta de materiais biológicos e noções de nutrição e dietética.
Temperatura de armazenamento na sala de vacinação: +2°C a +8°C (ideal: +5°C). Nunca congelar vacinas adsorvidas (ex: DTP, hepatite B, dT). Vacinas que podem ser congeladas: VOP (pólio oral), tríplice viral. Usar termômetro de máxima e mínima e registrar temperatura 2× ao dia (início e fim do expediente).
Coleta de sangue venoso: garrote acima do local (máx 1 min), antissepsia com álcool 70%, agulha com bisel para cima, preencher tubos na ordem correta (tubos com anticoagulante/vácuo). Coleta de urina: jato médio, após higiene do meato urinário. Hemocultura: antissepsia rigorosa (clorexidina), colher antes de iniciar antibiótico.
Dieta hipossódica: para hipertensos, restrição de sódio. Dieta para diabéticos: controle de carboidratos simples, fracionamento de refeições. Dieta branda: alimentos de fácil mastigação e digestão (pós-operatório). Dieta líquida: só líquidos (pós-cirúrgico imediato).
1. A temperatura de conservação de vacinas na sala de vacinação é:
Política Nacional de Segurança do Paciente, metas internacionais, CCIRAS e sistemas de informação em saúde.
1) Identificar o paciente corretamente (pulseira com nome completo + data de nascimento). 2) Melhorar comunicação (read-back para ordens verbais). 3) Segurança na prescrição e administração de medicamentos. 4) Cirurgia segura (checklist OMS). 5) Reduzir risco de IRAS (higiene das mãos). 6) Reduzir risco de quedas e lesões por pressão.
Obrigatória em todo hospital (Portaria 2.616/98). Composição: membros consultores (diversas áreas) e membros executores (SCIRAS — Serviço de Controle). Funções: vigilância de IRAS, elaboração de protocolos de prevenção, treinamento da equipe, notificação de surtos.
Estágio 1: pele íntegra com hiperemia que não embranquece. Estágio 2: perda parcial de pele (bolha ou abrasão). Estágio 3: perda total de pele, tecido subcutâneo visível. Estágio 4: exposição de osso, tendão ou músculo. Prevenção: mudança de decúbito a cada 2 horas, uso de escalas de risco (Braden).
1. A mudança de decúbito para prevenção de LPP deve ser realizada a cada:
Deveres do servidor, sigilo das informações do paciente e conduta ética do técnico em enfermagem.
Legalidade: agir conforme a lei. Impessoalidade: tratar todos com igualdade. Moralidade: conduta ética e honesta. Publicidade: transparência dos atos (exceto quando sigilo é necessário). Eficiência: prestar o melhor serviço com os recursos disponíveis. Esses são os princípios do Art. 37 da CF/88 — sigla LIMPE.
O técnico tem dever de sigilo sobre todas as informações do paciente obtidas no exercício profissional. Exceções que permitem quebra de sigilo: dever legal (notificação compulsória de doenças), ordem judicial, risco iminente de vida para o paciente ou terceiros.
Exercer com zelo e competência. Manter-se atualizado. Respeitar autonomia do paciente. Comunicar ao enfermeiro responsável qualquer irregularidade. Proibições: executar prescrições ilegíveis sem esclarecimento, delegar suas funções a leigos, praticar ato que cause dano ao paciente.
1. A sigla LIMPE refere-se aos princípios do Art. 37 da CF/88. O "I" representa:
2. O sigilo profissional pode ser quebrado em caso de:
Simulação da prova real: Módulo I (1 pt cada) + Módulo II (2 pts cada). Timer ativo. Veja seu desempenho ao final.
Todos os resumos esquematizados reunidos em uma página. Sem teoria, sem exercício — só o essencial para ler no dia anterior à prova.